sábado, 17 de setembro de 2011

Sextas


Era uma noite de sexta feira qualquer, apesar de toda aquela bagunça organizada e aqueles copos vazios sobre a mesa, era simplesmente uma sexta feira. Uma que talvez ela esqueceria depois de alguns dias. Seu coração parecia com um dos copos: totalmente vazio. Acharia qualquer coisa no meio da bagunça, menos o que mais procurava. Por quê? Por que era obrigada a se sentir de tal maneira? Por que a ausência dele deixava-a daquele jeito? Seria assim por mais quanto tempo? Quantas sextas teria que passar sozinha até finalmente ouvir o seu telefone tocar para finalmente sair despreocupada de qualquer coisa que um dia a preocupara? Quantas sextas feiras passaria sozinha até finalmente ter uma que valesse a pena se lembrar?

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