sexta-feira, 17 de maio de 2013

Sobre vulcões, eu, Marina, João...


Acontece que não consigo aguentar certas coisas, e bem acho que isso não ocorre só comigo. Marina também não suportava certos tipos de atitudes. Acontece com todo mundo, inclusive com João.
Acontece que temos uma coisa dentro da gente, talvez seja o orgulho, mas não tenho certeza agora. Uma coisa que não nos faz querer acreditar que não somos tão bons. Temos o instinto natural de querer ser os melhores. Bem, eu tenho, João disse que tinha isso também..
E há também dias que sempre aguentamos muitas coisas calados. Sorrimos, brincamos, quando na verdade queremos estrangular lentamente alguém. Isso é coisa do ser humano. Mas então, o que quero dizer com tudo isso afinal? Bem, acontece que temos muitas vezes que ajudar algumas pessoas quando não temos um pingo de vontade, e às vezes temos que consolar quando a gente que precisa de um consolo. Sei que é triste, mas é assim que funciona.

Acredito que todos nós somos pequenos vulcões, vulcões que circulam, que amam, que contam piadas, que escrevem. Mas ás vezes somos pequenos vulcões em erupções, daqueles que explodem, gritam, choram... Daquele tipo difícil de lidar.
Bem já deixo dito aqui que estou em constante erupção. Explodo constantemente e nunca sei de fato os danos que posso eventualmente causar. E então você pergunta novamente por que diabos ela está falando isso? Eu te digo. Acontece que fica comigo quem quer, me consola quem quer e assim por diante. Ninguém é obrigado a aguentar as erupções do outro. Então quando Marina explode, João sai de perto, porque ele sabe muito bem que pode se machucar. Mas no fim, estão sempre juntos, eles sabem lidar com essas coisas. Sorte deles, pois eu ainda não aprendi. Acho que vou continuar pensando que a vida é dura e que de vez em quando não faz mal dar uma explodida por aí.

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